A manutenção de extintores de incêndio é um procedimento essencial para garantir que esses equipamentos estejam sempre em perfeitas condições de uso. Muito além de uma exigência legal, trata-se de uma medida preventiva que assegura a eficiência do extintor no momento em que ele é mais necessário — durante uma emergência.
Com o tempo, os extintores podem sofrer desgaste natural, perda de pressão, vazamentos ou danos em seus componentes, e a manutenção regular é a única forma de identificar e corrigir esses problemas antes que comprometam a segurança do local.
O processo de manutenção deve ser realizado por uma empresa certificada pelo Inmetro, seguindo as normas da ABNT NBR 12962. Ele envolve etapas fundamentais, como a inspeção visual do equipamento, verificação do manômetro, checagem do lacre, teste hidrostático, recarga do agente extintor e substituição de peças danificadas.
Essa revisão minuciosa assegura que o extintor esteja totalmente funcional e pronto para operar em caso de incêndio.
Existem três níveis de manutenção definidos pela norma. O nível 1 é a inspeção simples, com análise visual e verificação da pressão interna. O nível 2 é mais detalhado, incluindo desmontagem, limpeza e recarga do agente extintor.
Já o nível 3 ocorre em intervalos maiores e envolve o teste hidrostático, que avalia a resistência do cilindro e sua capacidade de suportar pressão. Cada uma dessas etapas tem a finalidade de prolongar a vida útil do equipamento e garantir a segurança do usuário.
A periodicidade da manutenção varia de acordo com o tipo e o uso do extintor, mas a recomendação é que seja feita, no mínimo, uma vez por ano. Negligenciar essa manutenção pode resultar em falhas graves, colocando em risco vidas e patrimônios.
Postagem criada em: 14/10/2025 - 12:53